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Suplemento Tradicional vs em nanopartículas

  • Foto do escritor: Alquimia Coloidal
    Alquimia Coloidal
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

Atualizado: há 2 dias

A distinção entre o mineral comum e o mineral em nanopartículas (nanominerais) está principalmente na biodisponibilidade e na maneira como o organismo processa a absorção dos nutrientes.



1. Absorção e Biodisponibilidade

Mineral Comum: Geralmente depende de transportadores específicos no intestino e de um ambiente gástrico ideal (pH) para ser absorvido. Muitas vezes, grande parte do mineral é excretada sem ser utilizada

Nanopartículas: Devido ao tamanho extremamente reduzido (1 a 100 nm), elas conseguem atravessar barreiras biológicas com mais facilidade, permitindo a entrega do nutriente diretamente às células alvo.


2. Doses e Eficácia

Mineral Comum: Exige doses maiores para garantir que o organismo consiga "aproveitar" o mínimo necessário.

Nanopartículas: Como a absorção é quase total, é possível utilizar doses menores para obter o mesmo efeito terapêutico, o que pode reduzir a sobrecarga em órgãos como rins e fígado.


3. Estabilidade e Proteção dos Ativos

Mineral Comum: Pode sofrer degradação ou interagir com outros alimentos (como fitatos e cafeína), o que bloqueia sua absorção.

Nanopartículas: A nanotecnologia permite o encapsulamento do mineral, protegendo-o contra fatores externos e garantindo que ele chegue intacto ao local de absorção no trato gastrointestinal.


4. Segurança e Toxicidade

Mineral Comum: Bem conhecido pela ciência, com limites de segurança (UL) claramente estabelecidos para a maioria da população.

Nanopartículas: Embora promissoras, exigem maior controle na fabricação. Por serem tão pequenas, podem se acumular em tecidos se não forem produzidas corretamente, o que reforça a importância de adquirir produtos idôneos.



Resumindo...

Característica 

Mineral Comum (Inorgânico)

Mineral em Nanopartículas

Tamanho

Partículas maiores, escala micrométrica.

Escala nanométrica (bilionésima parte do metro).

Absorção

Passa por digestão ácida; alta perda por oxidação ou pH gástrico.

Protegido contra o pH; absorção direta e superior.

Biodisponibilidade

Geralmente baixa (muitas vezes menos de 10-20%).

Elevada, com liberação controlada nos sítios de absorção.

Efeitos Colaterais

Comum causar náuseas, constipação ou gosto metálico.


Drástica redução de desconfortos gastrointestinais.

Interações

Sofre competição com outros minerais pela mesma via de absorção.

Nanopartículas evita competições, garantindo a chegada do ativo intacto.


Por que a nanotecnologia é superior?

Diferente dos minerais quelatos (que são ligados a aminoácidos para melhorar a absorção), as nanopartículas funcionam através de nanocarreadores (como lipossomas ou nanoemulsões). Isso permite que o mineral "atravesse" as barreiras biológicas de forma muito mais eficaz, chegando diretamente às células ou tecidos-alvo sem ser degradado pelo sistema digestivo.



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